The Temptations (por vezes abreviado como The Temps ou The Tempts) é um grupo vocal americano que conquistou fama como um dos números mais bem-sucedidos a gravar para a Motown Records. O repertório do grupo incluiu, ao longo de sua carreira de cinco décadas, R&B, doo-wop, funk, disco, soul e adult contemporary.
Formado em Detroit, Michigan, em 1960, como The Elgins, os Temptations sempre contaram com pelo menos cinco vocalistas/dançarinos do sexo masculino. O grupo, célebre por sua coreografia inconfundível, harmonias distintas e roupas usadas no palco, já foram definidos como tão influentes ao soul quanto os Beatles foram para o pop e o rock.[1] Tendo vendido dezenas de milhões de álbuns,[2] os Temptations são um dos grupos de maior sucesso na história da música[3] e foram descritos como o grupo vocal masculino definitivo da década de 1960.[4] O grupo têm o maior tempo de serviço com a Motown, depois de Stevie Wonder, tendo permanecido com a gravadora por um total de 40 anos: 16 de 1961 a 1977, e mais 24 de 1980 a 2004 (de 1977 a 1980 estiveram contratados pela Atlantic Records). Em 2009 os Temptations continuam a se apresentar, e gravam para a Universal Records com o único membro vivo da formação original, o co-fundador Otis Williams.
O grupo original incluía os membros de dois grupos vocais de Detroit: The Distants, com o segundo tenor Otis Williams, primeiro tenor Elbridge "Al" Bryant e o baixo Melvin Franklin, e o primeiro tenor/falsetto Eddie Kendricks e o segundo tenor/barítono Paul Williams (sem parentesco com Otis), do The Primes. Entre alguns dos cantores mais célebres que passaram pelo grupo estiveram David Ruffin e Dennis Edwards (ambos dos quais se tornaram artistas solo de sucesso pela Motown após deixar o grupo), Richard Street (outro ex-Distant), Damon Harris, Ron Tyson, Ali-Ollie Woodson, Theo Peoples e G.C. Cameron. Como seu "grupo-irmão" feminino, o Supremes, a formação do Temptations mudou com frequência, especialmente nas últimas décadas.
Ao longo de sua carreira o Temptations lançou quatro singles que chegaram à primeira posição da Billboard Hot 100 e 14 singles que chegaram à primeira posição na categoria R&B. Sua obra também lhes rendeu três Prêmios Grammy, para o compositor e o produtor musical responsável pelo seu sucesso de 1972, "Papa Was a Rollin' Stone"; o grupo foi o primeiro contratado da Motown a conquistar um Grammy. Seis dos Temptations (Dennis Edwards, Melvin Franklin, Eddie Kendricks, David Ruffin, Otis Williams e Paul Williams) foram indicados ao Rock and Roll Hall of Fame, em 1989, e três canções clássicas do grupo, "My Girl", "Ain't Too Proud to Beg" e "Papa Was a Rollin' Stone", foram incluídas nas suas 500 Canções que Formaram o Rock and Roll.
Os Monarcas é um conjunto de música regionalista gaúcha, dono de uma das carreiras de maior longevidade da música regional do estado do Rio Grande do Sul, localizado na Região Sul do Brasil.
História
A criação do grupo ocorreu oficialmente em 1976, mas o grupo começou a ser esboçado em 1967, na cidade de Erechim, quando Gildinho (Nésio Alves Correa), juntamente com seu irmão Chiquito (Francisco Desidério Alves Correa), criaram a dupla Gildinho e Chiquito. Gildinho no CTG Galpão Campeiro de Erechim, em 19 de setembro de 2011 O começo como dupla
Durante alguns anos Gildinho e Chiquito trabalharam animando pequenos bailes na região do Alto Uruguai, apresentando diariamente, na Rádio Erechim, o programa "Assim canta o Rio Grande", e estudando acordeão na Escola de Belas Artes.
A dupla gravou, em 1969, seu primeiro disco, um compacto duplo, Os Trovadores do Sul, de pouco sucesso na época.
Em 1972 o nome da dupla foi mudado para Os Monarcas, e em 1974 gravaram o álbum Galpão em Festa, seu primeiro LP, com doze canções.
Ainda como dupla, em 1976, gravaram mais um álbum com doze canções, Gaúcho Divertido. Nasce o conjunto
Em 1976, juntaram-se à dupla os músicos João Argenir dos Santos (guitarra), Luís Carlos Lanfredi (contra-baixo) e Nelson Falkembach (bateria).
Com esta formação de cinco músicos, o grupo gravou, em 1978, o primeiro LP, O Valentão Bombachudo, pela Gravadora Warner/Continental, iniciando uma trajetória de sucessos e reconhecimento ímpar no cenário da música regionalista do sul do Brasil, gravando 26 álbuns em 28 anos de trabalho. Anos 1980
A década de 1980 rendeu ao conjunto a gravação de seis LPs, sendo gravados, além do pioneiro O Valentão Bombachudo (1978), os álbuns Isto é Rio Grande (1980), Grito de Bravos (1982), Rancho sem Tramela (1985), Chamamento (1986), Fandangueando (1988) e Do Sul para o Brasil (1989).
Em 1988, com a gravação do LP Fandangueando, o grupo recebeu mais um integrante, Ivan Vargas, que permanece no grupo até os dias de hoje como vocalista.
Ao final de pouco mais de uma década de trabalho, o grupo já tinha seu talento reconhecido. O sucesso maior, porém, estava chegando juntamente com os anos 90. A década de ouro 1990
A década de 1990, que trouxe o efetivo sucesso em termos de vendagem de álbuns, começou com uma mudança na estrutura do conjunto: já em 1990, um dos pioneiros, o acordeonista Chiquito, deixou o grupo para fundar o conjunto Chiquito & Bordoneio. Para o seu lugar, foi chamado o também acordeonista Leonir Vargas, catarinense de Irani, conhecido como Varguinhas.
Em 1991 foi gravado o primeiro grande sucesso de vendas do grupo, o CD Cheiro de Galpão, campeão de vendas no Brasil naquele ano, de todos os álbuns regionais lançados. A vendagem deste álbum rendeu ao grupo, em 1992, o primeiro Disco de Ouro.
O conjunto cresceu no sucesso e no tamanho em 1992, com a chegada de Francisco de Assis Brasil, o Chico Brasil, premiado instrumentista de gaita-ponto.
A conquista do segundo Disco de Ouro veio com a gravação, no outono de 1994, do CD Eu Vim Aqui Para Dançar, um álbum com 14 faixas. Numa seqüência impressionante de sucessos, logo em 1995 foi gravado o CD Rodeio da Vida, apontado pela crítica como melhor disco do ano.
O final da década de 1990 trouxe para o grupo uma importante mudança: em 1999 ocorreu a troca de gravadora, da Chantecler para a ACIT e, já neste ano, foi gravado o primeiro trabalho pela nova gravadora, o CD "Locomotiva Campeira". E foi também no ano de 1999 que o conjunto recebeu um novo integrante, o percussionista Vanclei da Rocha.
Em 2005/2006, em meio ao processo de produção do álbum "Recordando o Tempo Antigo", houve o ingresso do acordeonista e mais jovem integrante do grupo: Tiago Machado. Discografia
1969: Os trovadores do sul 1974: Galpão em festa 1976: Gaúcho divertido 1978: O valentão bombachudo 1980: Isto é Rio Grande 1982: Grito de bravos 1985: Rancho sem tramela 1986: Chamamento 1988: Fandangueando 1989: Do Sul para o Brasil 1990: O melhor de Os Monarcas 1991: Cheiro de galpão 1992: Os Monarcas 1994: Eu vim aqui para dançar 1995: Rodeio da vida 1996: Dose dupla - Volume I 1996: Dose dupla - Volume II 1996: Os sucessos do grupo Os Monarcas 1997: Do Rio Grande antigo 1999: Locomotiva campeira 2000: No tranco dos Monarcas 2001: 30 anos de estrada 2002: A gaita gaúcha dos Monarcas 2003: Alma de pampa 2003: Os 16 grandes sucessos de Os Monarcas 2004: Só sucessos 2005: Série duplo prá você 2005: Os sucessos do grupo Os Monarcas 2006: Recordando o tempo antigo 2007: Os Monarcas 35 Anos - Ao vivo 2006: DVD Os Monarcas 35 Anos 2008: A Marca do Rio Grande 2009: Os Monarcas Interpretam João Alberto Pretto 2011: Cantar é Coisa de Deus
Esses dias no carro da minha namorada, de repente começa uma música ainda desconhecida para mim, ao ver o artiste, The Strokes, fiquei fascinado com o som dos caras!!! muito bom mesmo, vale a pena curtir!
The Strokes é uma banda de indie rock dos Estados Unidos formada em 1998 na cidade de Nova Iorque. A banda é formada pelos membros: Julian Casablancas (vocal), Albert Hammond Jr (guitarra), Nick Valensi (guitarra), Nikolai Fraiture (baixo) e Fabrizio Moretti (bateria e percussão). É considerada uma das bandas mais influentes do século XXI.
O som feito pela banda são diversas a partir de cada disco. Enquanto em Is This It a banda mostra um som mais abafado, com traços de rock de garagem, apesar de extremamente melódico. No segundo álbum Room on Fire a banda mostra uma sonoridade mais acelerada em algumas músicas, mantendo melodias constantes. Em First Impressions of Earth a banda começa a experimentar com outros estilos de rock, diferenciando totalmente as ideias lo-fi dos álbuns anteriores, aderindo ao Indie, de uma maneira em que o álbum não possui um estilo musical constante em todas as faixas. Já em Angles, há pequenos traços da música new age junto com o Indie, fazendo com que o álbum também não tenha estilo definido, por ser uma soma de opostos, o new age, que é um estilo musical antigo, com o Indie, que já por sua vez é bem recente.
A banda tem como grande influência bandas como Velvet Underground, Television, Buzzcocks ,The Beatles e principalmente Ramones. A maneira de cantar de Julian é muito comparado com a de Lou Reed, do Velvet Underground. Muitas bandas foram influenciadas pelo som dos dois primeiros álbuns da banda. Alguns exemplos são Arctic Monkeys, The Kooks e The Cribs.
Foram elogiados por Noel Gallagher (Oasis) e Brandon Flowers (The Killers). Este se considera um fã incondicional dos Strokes: algumas das famosas canções do The Killers, Brandon utiliza o mesmo efeito da voz de Julian Casablancas. Quando o The Killers começou através de anúncios de jornais feitos pelo guitarrista Dave Keuning, citavam os Strokes como influência clara.
Ao contrário de muitas bandas, mas seguindo a tradição do Television, ambos os guitarristas dos Strokes tocam tanto guitarra ritmo como solo. Por exemplo, o solo de "You Talk Way Too Much" é tocado por Nick Valensi, ao passo que em Last Nite quem sola é Albert. Em algumas canções como "Reptilia" Albert executa o riff enquanto Nick Valensi sola. Embora toquem guitarras diferentes (Nick usa uma Epiphone Riviera assinada por ele e Albert usa uma Fender Stratocaster) a configuração das guitarras é similar, usando os mesmos modelos de amplificador e pedal de distorção.
galera, se vocês estão gostando do conteúdo postado, só deixa um comentario ai para que eu volte a postar com mais frequência...
Nascido no bairro do Grajaú, Oswaldo é um caso excepcional de precocidade musical. Sem nunca ter estudado música regularmente, começou desde a tenra infância a ser influenciado por ela. Primeiro, na casa de seus pais no Rio de Janeiro: sua mãe e os pais dela tocavam piano, seu pai tocava violão e cantava. A segunda influência foi mais forte. Aos oito anos, mudou-se, com os pais, para São João del-Rei, cidade mineira poética e boêmia, onde as serestas aconteciam todas as noites e as pessoas juntavam os amigos em casa para passar as noites tocando e cantando. Ao mesmo tempo, Oswaldo foi atraído para a música barroca das igrejas. Nesta época, teve aulas de violão com um dos seresteiros da cidade e compôs sua primeira canção, Lenheiro, nome do rio que banha São João del-Rei. Venceu um festival de música com apenas 13 anos, no Rio de Janeiro, onde voltou a morar. A decisão de se tornar um músico profissional veio com a mudança para Brasília, em 1971. Na capital federal, começou a ter contato com festivais e grupos de teatro e de dança estudantis. Fez seus primeiros shows e aos 17 anos a decisão de viver da música se tornou definitiva. Mudou-se novamente para o Rio, mas já havia adotado Brasília como a terra de seu coração e tema constante de sua obra. Também seus parceiros preferidos foram amigos que fez ali, como José Alexandre, Mongol e Madalena Salles, entre outros. Foi ainda em Brasília que tomou contato com a música erudita nos concertos do Teatro Nacional. Não só assiste aos concertos com seus amigos músicos, entre eles o maestro Otávio Maul e a família Prista Tavares, mas entra pelas madrugadas conversando sobre técnica e teoria musicais. Autodidata, devora livros sobre história da música. A partir daí, morando no Rio mas com os olhos e o coração postos em Brasília, sua carreira deslancha. Tem música classificada no último Festival da Canção da Rede Globo, o primeiro de repercussão nacional de que participa (1972), escreve e encena seu primeiro musical (1974-1975), lança três discos em três anos (1975-8) e vence festival na TV Tupi com seu primeiro megasucesso, Bandolins (1979). Em 1980, participa em, e vence, o Festival MPB 80 da Rede Globo de Televisão com a canção Agonia, do amigo de infância Mongol. Mesmo com tanto sucesso, decide retornar a Brasília para montar em 1982, outro espetáculo musical, Veja Você, Brasília, com artistas locais. Deste espetáculo participam as ainda desconhecidas Cássia Eller e Zélia Duncan. Depois desta, viriam outras peças de teatro musical, uma particularidade bem marcante na trajetória de um músico brasileiro e que resgata uma maneira de divulgar música abandonada na primeira metade do século 20. São mais de 14 peças musicais, todas recorde de público e algumas, como Noturno", "A Dança dos Signos" e "Aldeia dos Ventos, estão em cartaz há mais de 15 anos e com montagens por todo o país. Em 1985, participa do Festival dos Festivais, também pela Rede Globo, com a música O Condor, com acompanhamento de um coro de 25 cantores negros. Não para de gravar discos. Até 2006, são 34. Composições suas são interpretadas por Ney Matogrosso, Sandra de Sá, Paulinho Moska, Zé Ramalho, Alceu Valença, Zizi Possi, Zélia Duncan, Jorge Vercilo, Altemar Dutra, Gonzaguinha, Sivuca, Tânia Maya, entre outros. Até a atriz Glória Pires cantou em participação especial de um disco seu (1985). Em 1994, Oswaldo lança seu primeiro livro — O Vale Encantado — um livro infantil, no mesmo ano indicado pelo MEC, através da Universidade de Brasília, para ser adotado nas escolas de 1º grau. Em 1997, adapta o livro para vídeo. Em 1995 lança o cd "Aos Filhos do Hippies" com participação de Carlos Vereza e Geraldo Azevedo. Em 1997, Oswaldo reencontra Roberto Menescal. Durante a conversa, surge o tema "letras de músicas da MPB que são verdadeiros poemas". Daí vem à ideia do CD "Letras Brasileiras". Menescal produz o CD, que é lançado no mesmo ano, e participa da tournée do show. Ainda em 97 grava e lança o vídeo "O Vale Encantado", que conta no elenco com a participação de Zico, Roberto Menescal, Fafy Siqueira, Luísa Parente, Tânia Maya e Madalena Salles. É lançado, também, o CD do mesmo nome. Lança, também, nesse mesmo ano, o CD do espetáculo "Noturno", pela Tai Consultoria em Talentos Humanos e Qualidade.
Em 1998 recebe o título de cidadão honorário de Brasília, concedido pela Câmara Legislativa do DF. Nesse mesmo ano, Oswaldo volta às montagens teatrais. Monta novamente "Léo e Bia", numa versão mais madura e coerente com a postura que ele tem, atualmente, daquela história. Grava o CD homônimo, também com Menescal. Monta, ainda, com elenco de Brasília, a 2ª versão de "A Aldeia dos Ventos". Em 1999, apresenta três espetáculos, no Teatro de Arena, no Rio de Janeiro: "Léo e Bia", "A Dança dos Signos" e o inédito "A Lista" com a participação da atriz Bárbara Borges e do cantor Rafael Greyck, lançando, nessa temporada, os CDs dos 2 últimos. Em 2000, comemora os 20 anos de carreira com o show "Vinte Anos de Histórias" e com os CDs "Letras Brasileiras ao Vivo" e "Escondido no Tempo". Dedica-se, também, à série "Só Pra Colecionadores", de CDs independentes, de tiragem limitadíssima, vendidos apenas via internet. Neste ano seus fãs criam seu primeiro fã-clube virtual, o OMOL (Oswaldo Montenegro online), onde admiradores de seu trabalho, através de um site na internet e posteriormente no ORKUT, se reúnem para conversar e interagir sobre sua obra e sobre a obra de artistas que com ele trabalharam. Em Florianópolis monta o musical Lendas da Ilha com mais 50 artistas locais entre eles Paulinho Dias e Cleiton Profeta do Circus Musicalis. Em 2001 monta em SP a peça “A Lista” com a participação de Bruna di Tullio e Mayara Magri no elenco. Em 2002 lança o CD “Estrada Nova”, cuja turnê bate recorde de público. Neste cd são gravadas novas músicas em parceria com Mongol. Em 2003 regrava a uma nova trilha de “A Aldeia dos Ventos”. Em 2004 lança o CD “Letras Brasileiras 2”, em parceria com Roberto Menescal, além do programa “Tipos”, no Canal Brasil, no qual retrata com músicas, textos e desenho animado, tipos humanos como a bailarina gorda, o chato, etc... Em 2005 lança CD e DVD “Oswaldo Montenegro - 25 Anos de História”, que alcançam, ambos, a marca das 100 mil cópias. Em 2006 lança, no Canal Brasil, em parceira com Roberto Menescal, o programa "Letras Brasileiras", apresentado por ambos. O programa foi inspirado no CD e no show que Oswaldo e Menescal apresentaram em 1997 por todo o país. Monta no Rio de Janeiro a peça "Tipos" e remonta Aldeia dos Ventos, com participação da atriz Camila Rodrigues, com a "Cia Aqui entre nós". Em 2007, lança o cd e DVD "A Partir de Agora", gravando músicas inéditas com convidados como Alceu Valença, Zé Ramalho, Eduardo Costa, Diogo Guanabara e Mariana Rios. Na TV, inicia a segunda temporada do programa "Letras Brasileiras" ao lado de Roberto Menescal no Canal Brasil. No teatro, em parceria com o irmão Deto Montenegro, monta o espetáculo "Tipos" junto com a Oficina dos Menestréis de São Paulo. Em 2008 lança, pela gravadora Som Livre, um novo DVD e CD chamado "Intimidade". Estes trazem 16 canções bastantes conhecidas com um novo arranjo elaborado pelo próprio Montenegro, por Sérgio Chiavazzoli e por Alexandre Meu Rei. Destaque para "Lume de Estrelas" que foi apenas gravada no disco "Asa de Luz" em 1981. Na TV, inicia a terceira temporada do programa "Letras Brasileiras", que apresenta com Roberto Menescal no Canal Brasil. No teatro, monta no Rio de Janeiro o espetáculo "Eu não moro, comemoro", com participação de Caio Ruas Miranda e Emílio Dantas e o "Projeto Canjas", onde abre espaço para jovens talentos se apresentarem ao lado de artistas consagrados. No fim do ano, tem alguns de seus maiores sucessos lançados em uma coletânea de 3 cds (3 BOX) pela Warner Music. Em 2009 se dedica a formação de um grupo para montagens de musicais reunindo cantores, músicos, atores e atrizes como Verônica Bonfim, Léo Pinheiro, Rodrigo Sestrem, Emílio Dantas, Cibelle Hespanhol, Luísa Pitta, Renato Luciano, Larissa Landim e Shirlene Paixão, e estreia o musical "Filhos do Brasil" no Teatro do Jockey (RJ). Grava em São Paulo seu terceiro DVD: "Quebra Cabeça elétrico", lançado em outubro. Em 2010 estréia do Festival de Recife seu longa-metragem "Léo e Bia" e lança o cd "Canções de Amor"
Audioslave foi uma banda de rock dos Estados Unidos, formada no ano de 2001 a partir da colaboração do vocalista do Soundgarden, Chris Cornell e com os membros do Rage Against the Machine Tom Morello (guitarra), Tim Commerford (baixo) e Brad Wilk (bateria).
Formação
Para se entender a história da formação do Audioslave, é preciso falar de duas bandas de peso no cenário do rock: Rage Against the Machine e Soundgarden. Zack de la Rocha, o vocalista do Rage Against the Machine deixou a banda em outubro de 2000 para seguir carreira solo, ao passo que os três integrantes remanescentes partiam para a busca de um novo vocalista. O futuro do Rage Against the Machine era incerto quando Tom Morello, Tim Commerford e Brad Wilk receberam o vocalista Chris Cornell (ex-Soundgarden) para um ensaio. Cornell vinha de uma bem sucedida carreira no Soundgarden nos anos 1990 e já havia lançado um álbum solo, "Euphoria Morning", em 1999. O entrosamento entre os ex-Rage Against the Machine e o ex-Soundgarden superou as expectativas de todos, em pouquíssimo tempo uma banda nova estava surgindo. Os músicos tinham contratos em vigor com duas grandes gravadoras, e rivais. De um lado a Epic/Sony Music do Rage Against the Machine e de outro a A&M/Interscope do grupo Universal, gravadora de Chris Cornell. Através de um acordo raro na indústria fonográfica, que não foi conseguido sem que houvesse muita negociação, foi permitido aos músicos seguir em frente.
Em março de 2002, a nova banda anunciou sua participação no Ozzfest, o maior festival itinerante de rock dos EUA, promovido pelo veterano Ozzy Osbourne. No entanto, com tudo definido, datas e horários dos shows, Chris Cornell anuncia sua saída da banda. Mas a gravadora Epic continuou anunciando que o disco seria lançado e em pouco tempo Cornell estava de volta, para ficar. No início o projeto foi batizado "Civilian", no entanto já existia uma banda com esse nome e foi preciso procurar outro. Chris Cornell sugeriu Audioslave e todos concordaram. Também já existia um Audioslave. Desta vez um acordo financeiro permitiu que o novo grupo passasse definitivamente a se chamar Audioslave.
Engenheiros do Hawaii é uma banda brasileira de rock and roll, formada em 1984 na cidade de Porto Alegre, que alcançou grande popularidade com suas canções irônicas e críticas. O vocalista Humberto Gessinger é o único integrante original a permanecer no grupo até hoje.
Trajetória
Os primeiros anos (1984 – 1989)
Quatro estudantes da Faculdade de Arquitetura da UFRGS - Humberto Gessinger (vocal e guitarra), Carlos Stein (guitarra), Marcelo Pitz (baixo) e Carlos Maltz (bateria) - resolveram formar uma banda apenas para uma apresentação em um festival da faculdade, que aconteceria por protesto à paralisação de aulas. O primeiro show da banda foi em 11 de janeiro de 1985.[2] Escolheram o nome Engenheiros do Hawaii para satirizar os estudantes de engenharia que andavam com bermudas de surfista, com quem tinham uma certa rixa.
Começaram a surgir propostas para novos shows e, após, algumas apresentações em palcos alternativos de Porto Alegre juntamente com uma série de shows pelo interior do Rio Grande do Sul. A banda, em menos de quatro meses de carreira já consegue gravar duas músicas na coletânea Rock Grande do Sul (1985) com diversas bandas gaúchas, em razão de uma das bandas vencedoras do concurso adicionador à coletânea ter desistido da participação do álbum na última hora.
Quando a banda seguiu com seus ensaios, durante a greve da faculdade, Carlos Stein realizou uma viagem, o que acabou inviabilizando sua permanência no grupo, e, tempos depois, ele passa a integrar a banda Nenhum de Nós. Meses passaram, e os Engenheiros do Hawaii gravam o seu primeiro álbum: Longe Demais das Capitais, em 1986. O norte musical do disco apontava para um som voltado à música pop, muito próximo ao ska de bandas como o The Police e Os Paralamas do Sucesso. Destacam-se as canções "Toda Forma de Poder", que foi tema da novela Hipertensão da Rede Globo e "Segurança", além de "Sopa de Letrinhas" e "Longe Demais das Capitais".
Antes de começarem as gravações do segundo disco, Marcelo Pitz deixa a banda por motivos pessoais. Com Gessinger assumindo o baixo, entra o guitarrista Augusto Licks, que havia trabalhado com Nei Lisboa, conhecido músico gaúcho.
Os Engenheiros lançam o disco A Revolta dos Dândis, em 1987. A banda muda o direcionamento temático, iniciando uma trilogia baseada no rock progressivo, com discos com repetições de temas gráficos e musicais e letras em que ocorre a auto-citação. Os arranjos musicais são influenciados pelo rock dos anos 60, as letras são críticas, com ocorrência de várias antíteses e paradoxos e aparecem citações literárias de filósofos, como Camus e Sartre. Destaque para os hits "Infinita Highway", "Terra de Gigantes", "Refrão de Bolero" e a faixa título, dividida em duas partes. Começam os shows para grandes platéias nos centros urbanos do país, como o festival Alternativa Nativa, realizado entre 14 e 17 de junho de 1987. A partir desta data, os Engenheiros encheriam ginásios e estádios pelo Brasil afora. Porém, houve polêmicas e a banda chegou mesmo a ser acusada de elitista e fascista pelo conteúdo de suas letras. As polêmicas se intensificaram quando membros da banda se apresentaram com camisetas estampadas com a Estrela de Davi e a Suástica.
O disco seguinte, Ouça o que Eu Digo: Não Ouça Ninguém, de 1988, pode ser visto como uma continuidade do anterior, tanto pelo trabalho da capa do álbum como pelo tema e estilo de suas canções. Destaque para as músicas "Somos Quem Podemos Ser", "Cidade em Chamas", "Tribos & Tribunais", a faixa-título e "Variações Sobre o Mesmo Tema", esta última uma homenagem à banda Pink Floyd, com sua estética progressiva e dividida em três partes. O álbum também marca a saída dos Engenheiros da cidade de Porto Alegre, indo morar no Rio de Janeiro.
Consolidada a nova formação, os Engenheiros lançam Alívio Imediato, de 1989, quarto disco da banda e o primeiro registro ao vivo. Suas canções mostram uma retrospectiva de suas principais canções e as novas perspectivas a serem incorporadas, em especial o som mais eletrônico, presente na faixa título e na música "Nau à Deriva", ambas gravadas em estúdio e as demais gravadas ao vivo no Canecão, no Rio de Janeiro.
Mudança para o Rio de Janeiro (1990 – 1993)
O disco seguinte, O Papa é Pop, de 1990 consolida a mudança de sonoridade da banda. Puxados pelo sucesso "Era um Garoto que Como Eu Amava os Beatles e os Rolling Stones", regravação de uma velha canção do grupo Os Incríveis (por sua vez versão da canção "C'era un ragazzo che come me amava i Beatles e i Rolling Stones" de Gianni Morandi), e a faixa-título, o quinto disco dos Engenheiros investe no som progressivo, calçado nos solos de guitarra de Licks e em uma base mais eletrônica de teclados e bateria. Gessinger passa a assumir também os teclados da banda e começam a surgir as baladas de piano e voz da banda. São dele as canções "Anoiteceu em Porto Alegre", "O Exército de um Homem Só" (dividida em duas partes), "Pra Ser Sincero" e "Perfeita Simetria" (versão alternativa da canção "O Papa é Pop"). Em meio aos novos sucessos, uma antiga canção, "Refrão de Bolero", oriunda do segundo disco, A Revolta dos Dândis, também era bastante executada pelas rádios. Aclamados pelo público e massacrados pela crítica, os Engenheiros do Hawaii consagram-se no Rock in Rio II, arrancando elogios do jornal americano New York Times, apesar de ignorados pela Folha de São Paulo.
O ano de 1991 marca o lançamento do sexto disco, Várias Variáveis, que completa a trilogia iniciada no segundo e terceiro discos da banda. Há redução dos efeitos eletrônicos e a retomada de um som mais rock 'n' roll, mas não repete o mesmo sucesso do anterior, mesmo tendo a canção "Herdeiro da Pampa Pobre", regravação de um antigo sucesso de Gaúcho da Fronteira, bastante executada nas rádios. Este é um dos discos que contém as melhores letras do grupo, porém, o som não é o forte do álbum, sendo o mesmo questionado hoje até pelo próprio Gessinger. Pode-se dizer que foi um disco seminal, pois canções como "Piano Bar", "Muros & Grades" e "Ando Só", em regravações em outros discos, estabeleceram-se como algumas das melhores da banda.
No ano seguinte, 1992, é lançado o sétimo disco, Gessinger, Licks & Maltz, ou GLM, inspirado no famoso logotipo ELP de Emerson, Lake & Palmer. O som continua mesclando elementos de MPB e rock progressivo, com destaque para as canções "Ninguém = Ninguém", "A Conquista do Espaço", "Pose (Anos 90)" e "Parabólica", canção que Gessinger fez em homenagem a sua filha Clara, nascida em fevereiro do mesmo ano.
O oitavo disco dos Engenheiros é o semi-acústico Filmes de Guerra, Canções de Amor, de 1993, gravado ao vivo na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro. A banda considerava este disco como acústico, pois condicionava tal formato à ausência de bateria e às guitarras semi-acústicas. Na época não existia a febre de acústicos gravados pelos grandes nomes nacionais, o que denota o caráter visionário da banda. O disco foi gravado ao vivo por uma decisão da banda de gravar um álbum ao vivo a cada três álbuns, uma idéia da banda Rush, que faz o mesmo. Com guitarras acústicas, percussão, piano, acordeão e participação da Orquestra Sinfônica Brasileira em três faixas, regida por Wagner Tiso, as velhas canções – como "Muros & Grades", "O Exército de um Homem Só" e "Crônica" – e novas composições – como "Mapas do Acaso" e "Quanto Vale a Vida?", ganharam arranjos que apontavam para o blues, a música tradicionalista e a erudita, ressaltando a excelente qualidade das letras dos Engenheiros do Hawaii. A banda chegou a participar, ainda no mesmo ano, do festival Hollywood Rock Brasil, junto com os brasileiros do Biquini Cavadão, De Falla, Dr. Sin e Midnight Blues Band. Entretanto não foram bem recepcionados e receberam muitas vaias. Eles se apresentaram no mesmo dia de L7 e Nirvana.
O ano de 1993 marca também a primeira excursão dos Engenheiros pelo Japão e Estados Unidos da América. Porém, no final deste mesmo ano, discussões e rixas internas acabaram por resultar na saída do guitarrista Augusto Licks. Inicia-se uma longa disputa jurídica pela marca "Engenheiros do Hawaii", tendo Gessinger e Maltz finalmente ficado com o nome da banda.
Tempos de tempestade e Gessinger Trio (1994 – 2000)
O passo seguinte foi remontar os Engenheiros, com a entrada do guitarrista Ricardo Horn. Como ao vivo a coisa não ficou a contento, posteriormente, também ingressam na banda: Paolo Casarin (acordeão e teclados) e o guitarrista Fernando Deluqui (ex-RPM). Após dois anos sem gravar, os Engenheiros lançam em 1995 o álbum Simples de Coração. O som é mais pesado, com climas regionais gaúchos dados pelo acordeão de Casarin. Destaque para as canções "A Promessa", "A Perigo", "Lance de Dados", "Ilex Paraguariensis" e "Simples de Coração". Havia ainda a canção "O Castelo dos Destinos Cruzados", em que o baterista Maltz assume os vocais. O disco Simples de Coração também teve uma versão em inglês, que não chegou às vendas. Os fãs mais assíduos têm apenas as MP3s.
Paralelamente às gravações do Simples de Coração, Gessinger monta o trio "33 de Espadas", para tocar música instrumental. Ao fim da turnê de Simples de Coração, a banda passou por uma grave crise, pois a formação "quinteto" era temporária. Longe do sucesso de outros tempos, os Engenheiros começam a pensar em seguir outros caminhos. O "33 de espadas" faz sua estréia já com a formação que viria se chamar "Gessinger Trio", tendo Luciano Granja na guitarra e Adal Fonseca na bateria. O grupo lançou o disco, também intitulado "Gessinger Trio" (HG3), em 1996. O clima enxuto do disco, basicamente com bateria, baixo e guitarra, lembra os primeiros trabalhos de Gessinger, como exemplificam as canções "Vida Real", "Freud Flintstone", "De Fé" e "O Preço". Paralelo à esse fato, Carlos Maltz envolve-se numa trilha mística e resolve abandonar os Engenheiros. A partir daí, o baterista monta o grupo "A Irmandade". Durante a turnê do Gessinger Trio, há uma constante troca de nome das bandas. Os shows que deveriam ser anunciados como HG3 ainda eram apresentados como Engenheiros do Hawaii. A verdade é que para um produtor anunciar um show dos Engenheiros do Hawaii, banda nacionalmente conhecida era muito mais fácil e rentável que apresentar como Gessinger Trio, nome absolutamente desconhecido.
Reconhecendo que era inviável seguir com o nome da nova banda, Gessinger volta a admitir-se como engenheiro do Hawaii. Para que haja alguma diferença entre o Gessinger Trio e o "novo" engenheiros do Hawaii, ele convida Lúcio Dorfmann a assumir os teclados do grupo, configurando um novo som ao grupo, bem próximo ao pop que predominava no mercado musical da época. O disco Minuano, de 1997, marca a volta dos Engenheiros com este nome. O Álbum mescla influências regionalistas, tecnologia e que conta com arranjos de violino que lembram o folk, tornam este o disco mais leve e com a sonoridade mais vaga da banda. Emplaca o sucesso "A Montanha", além de outras belas canções como "Nuvem", "Faz Parte" e "Alucinação", uma cover para uma antiga canção de Belchior. O disco ainda marcou a saída dos Engenheiros do Hawaii da BMG. A saída se deu com o lançamento de um box em formato de lata, intitulado Infinita Highway, contendo o relançamento de todos os dez discos da banda até então. Todos foram remasterizados, com exceção dos dois últimos (Simples de Coração e Minuano foram gravados já para o formato CD).
¡Tchau Radar!, de 1999, marca a entrada dos Engenheiros para a Universal Music Group e exibe uma maior maturidade do grupo, onde as influências musicais da banda ficam mais evidentes (folk rock, rock'n roll dos anos 60, rock progressivo e MPB) com belas composições de Gessinger, como "Eu Que Não Amo Você", "Seguir Viagem" e "3 X 4" além de duas covers: "Negro Amor" ("It's All Over Now Baby Blue", de Bob Dylan) e "Cruzada" (de Tavinho Moura e Marcio Borges), esta contando com arranjos de orquestra, como é comum em várias faixas do álbum.
Nova fase (2000 – 2003)
Da turnê de ¡Tchau Radar!, surgiu o terceiro disco ao vivo da banda, e o décimo segundo de sua carreira: 10.000 Destinos. Novamente, Gessinger repassa o repertório consagrado da banda em novas versões divididas em um set acústico e um elétrico e conta com a participação de Paulo Ricardo, cantando "Rádio Pirata" do RPM, e do gaiteiro Renato Borghetti nas canções "Refrão de um Bolero" e "Toda Forma de Poder". Como faixas-bônus, gravadas em estúdio, acompanham as inéditas "Números" e "Novos Horizontes", além da regravação de "Quando o Carnaval Chegar", de Chico Buarque.
Alguns meses após a apresentação no Rock in Rio III (2001), Lúcio, Adal e Luciano saem da banda e montam outro grupo, Massa Crítica, mudando novamente a formação dos Engenheiros. Lúcio, Adal e Luciano são substituídos por Paulinho Galvão (guitarra), Bernardo Fonseca (baixo) e Gláucio Ayala (bateria). Gessinger volta a tocar guitarra, após 14 anos responsável pelo contrabaixo dos Engenheiros. Com essa nova formação eles regravam algumas músicas da banda e lançam uma re-edição de seu último disco, agora intitulado 10.001 Destinos. Duplo, traz as mesmas faixas do disco precursor, e novas versões de estúdio das canções "Novos Horizontes", "Freud Flinstone", "Nunca Se Sabe", "Eu Que Não Amo Você", "A Perigo", "Concreto e Asfalto" e "Sem você".
Começava com esta formação, seguindo novamente o mercado musical (quando bandas mais pesadas começaram a ter mais espaço), de som mais limpo e pesado. Isso se confirma em 2002, com o lançamento do disco Surfando Karmas & DNA, disco que consolida a nova fase da banda, e que tem a participação especial do ex-Engenheiros Carlos Maltz na faixa "E-stória". São destaques do disco a faixa título e as canções "Terceira do Plural", "Esportes Radicais", "Ritos de Passagem" e "Nunca Mais". Há influência do punk rock e pop rock nas novas canções.
O disco seguinte, Dançando no Campo Minado, de 2003, mantém a regra: sonoridade muito similar ao seu antecessor com músicas curtas, guitarras pesadas e poesia crítica de Gessinger denunciando os males da globalização, da desilusão política e ideológica e da guerra, nas canções "Fusão a Frio", "Dançando no Campo Minado", "Dom Quixote" e "Segunda Feira Blues" (partes I e II, esta última novamente com a participação de Carlos Maltz), porém, convivendo com um certo otimismo na parte mais emotiva da vida. Emplaca nas rádios a canção Até o Fim.
Acústico MTV e Acústico II: Novos Horizontes (Turnês Acústicas) (2004 – 2008) Para comemorar os vinte anos de banda, completados em 2005, os Engenheiros do Hawaii lançaram o CD e DVD Acústico MTV. O acústico tem as participações especiais dos músicos Humberto Barros (órgão Hammond) e Fernando Aranha (violões). Este último já havia feito uma participação especial no disco anterior. O disco se diferencia dos demais por não trazer participações especiais, apenas "fraternais": Clara Gessinger, filha de Humberto, divide os vocais com o pai na canção Pose (executada com parte da letra cortada) e Carlos Maltz, co-fundador e ex-baterista dos Engenheiros, que canta junto com Gessinger a canção Depois de Nós, de sua autoria.
Além dos grandes sucessos, como Infinita Highway, Somos Quem Podemos Ser e O Papa é Pop e das canções recentes, como Surfando Karmas & DNA e Até o Fim, o disco traz as canções O Preço e Vida Real, ambas do álbum Humberto Gessinger Trio. Por fim, acrescentam-se ainda as canções inéditas "Armas Químicas e Poemas" e "Outras Frequências". Durante a turnê do Acústico, Paulinho Galvão deixa a banda e seu posto é assumido por Fernando Aranha. Nos teclados, por sua vez, o jovem Pedro Augusto assume o lugar de Humberto Barros, que já fazia parte da banda de apoio do Kid Abelha.
O novo disco, Acústico II: Novos Horizontes, foi gravado nos dias 30 e 31 de maio de 2007, em São Paulo, no Citibank Hall, e foi lançado em agosto de 2007 com nove faixas inéditas, além de nove regravações. O disco quebrou a seqüencia de a cada 3 discos em estúdio, ser gravado um "ao vivo". Também foi palco de novas experiências para Gessinger, como a viola caipira que usa em algumas músicas do álbum. Segundo ele, se tivesse que rever todas as obras dos Engenheiros do Hawaii, 'Novos Horizontes' é o que não mexeria em nada. Destaque maior para as faixas inéditas "Guantánamo", "Coração Blindado", "No Meio de Tudo, Você" e "Quebra-Cabeça". No fim de 2007, o então baixista Bernardo Fonseca sai da banda e Humberto Gessinger assume o baixo. Desde então a banda voltou a utilizar guitarras em seus shows.
No ano de 2008, após shows pelo Brasil inteiro, a banda termina a turnê acústica, começada em 23 de julho de 2004 com o lançamento do Acústico MTV.
Atividades interrompidas
Junto com a turnê terminam, pelo menos temporariamente, as atividades dos os Engenheiros do Hawaii. O vocalista e líder da banda, Humberto Gessinger declarou no site oficial da banda que os planos de retorno da banda são somente no ano de 2011, quando serão comemorados os 25 anos do lançamento de Longe Demais das Capitais, primeiro LP da banda.
Neste intervalo, Gessinger se dedicará ao Pouca Vogal, parceria com Duca Leindecker, vocalista do Cidadão Quem. Juntos eles cantam novas baladas e grandes sucessos de suas bandas.
George Thorogood (Delaware, Estados Unidos, 31 de Dezembro de 1950) é um músico americano. Nasceu no subúrbio de Wilmington em Delaware.
É líder da banda George Thorogood And The Destroyers de blues-rock.
Seu primeiro álbum foi lançado em 1974, com o nome de Better Than The Rest, acompanhado por Ron Smith na guitarra, Hank Carter no saxofone, Jeff Simon na bateria e Bill Blough no baixo.
Obras Compôs a música "Bad To The Bone", que ficou famosa ao ser inclusa no jogo Rock 'n Roll Racing, e a musica " I Drink Alone".
Os Paralamas do Sucesso (também conhecida somente por Paralamas) é uma banda de rock brasileiro, formada no Rio de Janeiro no final dos anos 70. Seus integrantes desde 1982 são Herbert Vianna (guitarra e vocal), Bi Ribeiro (baixo) e João Barone (bateria). No início a banda misturava rock com reggae, posteriormente passaram a agregar instrumentos de sopro e ritmos latinos. A banda faz parte do chamado quarteto sagrado do rock brasileiro, juntamente com o Barão Vermelho, Titãs e Legião Urbana.
História
1977-1983: O começo
Apesar dos Paralamas serem considerados parte da "Turma de Brasília", por terem vivido e criado amizade com as bandas locais, é uma banda formada no Rio[carece de fontes?]. Herbert e Bi se conheceram crianças em Brasília, por serem vizinhos (o pai de Herbert era militar, e o de Bi, diplomata). Em 1977, Herbert foi para o Rio fazer o colégio militar, e reencontrou Bi[carece de fontes?]. Os dois resolveram formar uma banda, Herbert com sua guitarra Gibson e Bi um baixo comprado em uma viagem à Inglaterra. Aos dois depois se juntaria o baterista Vital. O grupo se separou em 1979 para fazerem o vestibular, e em 1981 se reuniram.
O grupo ensaiava em um sítio em Mendes, interior fluminense, e na casa da avó de Bi, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro. Esses ensaios lhe renderam a música "Vovó Ondina é Gente Fina". O repertório não era sério (com canções como "Pingüins já não os vejo pois não está na estação", "Mandingas de Amor" e "Reis do 49"), e tentaram criar um nome no mesmo estilo, a primeira sugestão sendo "As Cadeirinhas da Vovó". O nome "Paralamas do Sucesso" foi invenção de Bi, e adotado porque todos acharam engraçado. Inicialmente o grupo tinha dois cantores (Herbert só tocava), Ronel e Naldo, que saíram em 1982.
Em 1982, Vital faltou a uma apresentação na Universidade Rural do Rio e foi substituído por João Barone, que assumiu de vez o lugar na banda. Escreveram, tendo como "protagonista" seu ex-baterista, "Vital e sua Moto", e mandaram uma fita com essa e mais 3 músicas para Rádio Fluminense. "Vital" foi muito tocada durante o verão de 83, e os Paralamas tiveram a primeira grande apresentação, ao abrir para Lulu Santos no Circo Voador. Também assinariam contrato com a EMI, gravando o álbum Cinema Mudo (definido por Herbert como "manipulado pelo pessoal da gravadora"), e um sucesso moderado.
1984-1990: Subida para a fama
Em 1984, lançaram o álbum O Passo do Lui, que teve enorme sequência de sucessos ("Óculos", "Me Liga", "Meu Erro", "Romance Ideal", "Ska") e aclamação crítica, levando o grupo a tocar no Rock in Rio, no qual o show dos Paralamas foi considerado um dos melhores.
Depois de grande turnê, lançaram Selvagem? em 1986. O álbum contrapunha a "manipulação" desde sua capa (com o irmão de Bi no meio do mato apenas com uma camiseta em torno da cintura), e misturava novas influências, principalmente da MPB. Com sucessos como "Alagados", "A Novidade" (a primeira com participação de Gilberto Gil, e a segunda co-escrita com ele), "Melô do Marinheiro" e "Você" (de Tim Maia), Selvagem? vendeu 700.000 cópias e credenciou os Paralamas a tocar no cultuado Festival de Montreux, em 1987. O show no festival da cidade suíça viraria o primeiro disco ao vivo da banda, D. Nele, a novidade, em meio ao show com os sucessos já conhecidos, era a inclusão de um "4º paralama", o tecladista João Fera, que excursiona com a banda até hoje, como músico de apoio.
Os Paralamas também fizeram turnê pela América do Sul, ganhando popularidade em Argentina, Uruguai, Chile e Venezuela.
O sucessor de Selvagem?, Bora-Bora (1988) acrescentou metais ao som da banda. O álbum mesclava faixas de cunho político-social como "O Beco" com as introspectivas "Quase Um Segundo" e "Uns Dias" (reflexo talvez do fim do relacionamento com a vocalista da banda Kid Abelha, Paula Toller). Bora-Bora é tão aclamado pela crítica quanto O Passo do Lui.
Big Bang (1989) seguia o mesmo estilo, tendo como hits a alegre "Perplexo" e a lírica "Lanterna dos Afogados". Seguiu-se a coletânea Arquivo, com uma regravação de "Vital" e a inédita "Caleidoscópio" (antes gravada por Dulce Quental, do grupo Sempre Livre).
1991-1994: Sucesso, só na Argentina
O começo da década de 90 foi dedicado às experimentações. Os Grãos (1991), disco com enfoque nos teclados e menor apelo popular, não foi bem nas paradas (apesar de ter tido 2 sucessos, "Trac-Trac" - versão do argentino Fito Páez - e "Tendo a Lua") e nem vendeu muito, algo que também pode ser atríbuido à grave crise econômica pela qual o Brasil passava. Após uma pequena pausa (na qual Herbert lançou seu primeiro disco solo), o trio retorna aos shows, que continuavam cheios, embora a banda passasse por fortes críticas da imprensa. No fim de 1993, a banda viaja para a Inglaterra, onde, sob a produção de Phil Manzanera, gravam Severino. O álbum, lançado em 1994, teve participação do guitarrista Brian May da banda inglesa Queen na música "El Vampiro Bajo El Sol". Este disco era ainda mais experimental, com arranjos muito elaborados, e foi ignorado pelas rádios e grande público, vendendo 55 mil cópias.
Mas se no Brasil os Paralamas estavam esquecidos, no resto da América eles eram ídolos. Paralamas (1992), coletânea de versões em espanhol e Dos Margaritas (a versão hispânica de Severino) estouraram principalmente na Argentina.
1995-2000: Volta às paradas
A despeito das fracas vendagens do CD, a turnê de Severino estava sendo muito bem sucedida, com o público recebendo sempre bem os Paralamas. Uma série de três shows, gravada no fim de 1994, viraria em 1995 o disco ao vivo Vamo Batê Lata. Vamo Batê Lata era acompanhado de um CD com 4 músicas inéditas, e o sucesso de "Uma Brasileira" (parceria de Herbert com Carlinhos Brown e participação de Djavan), "Saber Amar" e a controvertida Luís Inácio (300 Picaretas) (que criticava a política brasileira e os anões do orçamento) atraiu a atenção de público e imprensa de volta aos Paralamas. A volta às canções de fácil compreensão e ao formato pop colaborou definitivamente para o retorno ao sucesso de crítica e público, resultando na maior vendagem da carreira da banda (900 mil cópias).
Também começou aí a fase dos videoclipes superproduzidos, que levariam 11 VMB de 1995 a 1999, começando por Uma Brasileira, vencedor nas categorias Clipe Pop e Escolha da Audiência.
Nove Luas, de 1996 e Hey Na Na, de 1998 continuaram o caminho de êxito com faixas como Loirinha Bombril, La Bella Luna e Ela Disse Adeus (Nove Luas vendeu 250.000 cópias em um mês, enquanto Hey Na Na vendeu o mesmo em apenas uma semana).
Em 1999 a MTV Brasil chamou os Paralamas para gravar um Acústico MTV. O álbum, com canções menos conhecidas e a participação de Dado Villa-Lobos, ex-Legião Urbana e a banda Vitória Régia, banda de apoio de Tim Maia no medley I Feel Good/ Soosego, de James Brown e Tim Maia respectivamente, vendeu 500.000 cópias, ganhou o Grammy Latino e teve turnê de shows lotados.
Em 2000, lançaram uma segunda coletânea, Arquivo II, com músicas de todos os álbuns entre 1991 e 1998 (exceto Severino), uma regravação de "Mensagem de Amor" e a inédita "Aonde Quer Que Eu Vá", parceria de Herbert com Paulo Sérgio Valle (a dupla também escrevera sucessos para Ivete Sangalo).
2001-Hoje: Um acidente, mas não o fim
Herbert Vianna e João Barone (no fundo).
Em 4 de Fevereiro de 2001, um ultraleve pilotado por Herbert Vianna teve um acidente em Angra dos Reis. A mulher de Herbert, Lucy, estava a bordo e morreu. Herbert fora resgatado e levado para a capital. As seqüelas foram duras (Herbert fora entubado e acabara preso a uma cadeira de rodas), mas assim que Herbert mostrou que podia tocar, Bi e João resolveram voltar aos ensaios e gravar um disco cujas canções já estavam preparadas antes do acidente. Longo Caminho foi lançado em 2002. O som voltava ao principio, sem metais, em busca de um som mais “cru”. Uma apresentação no programa Fantástico, da TV Globo, serviu como a reestréia da banda, pós-acidente. A volta às turnês teve muito êxito, com shows lotados, até pela curiosidade do público em saber das reais condições de Herbert e da ansiedade em ver a banda reunida novamente. Tudo isso, aliado aos novos sucessos radiofônicos ("O Calibre", "Seguindo Estrelas", "Cuide Bem do Seu Amor" - esta última incluída na trilha sonora da novela Sabor da Paixão), impulsionou as vendas de Longo Caminho, que chegaram a 300 mil cópias.
Aproveitando o caráter fortemente emocional e emocionado dos shows da turnê, a banda grava Uns Dias Ao Vivo (2004), cheio de participações especiais (Dado Villa-Lobos, Andreas Kisser, Edgard Scandurra, Djavan, Nando Reis, Paulo Miklos, George Israel e Roberto Frejat). O disco mostrou uma banda pesada como quase nunca havia se visto. Velhos sucessos, como "Meu Erro", ganhavam versões turbinadas. As novas músicas soavam ainda mais cruas. Além de tudo, a banda decidira fazer a primeira parte da apresentação num pequeno palco armado no meio da pista. A proximidade com o público colaborou para que o resultado final ficasse caloroso e captasse fielmente a emoção dos shows.
Em 2005, os Paralamas lançam Hoje, o primeiro com músicas totalmente inéditas. A recepção foi boa e músicas como "2A", "Na Pista" e "De Perto" fizeram sucesso, embora não tenham sido grandes hits. Embora o disco voltasse a trazer um som mais solar, com a volta do uso de metais, não esquecia a parte pesada que havia sido abordada em Longo Caminho, em canções como "220 Desencapado", "Ponto de Vista" - que contou com o auxílio de Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura - e "Fora de Lugar". Ainda havia uma regravação de "Deus lhe Pague", de Chico Buarque, escolhida numa votação no site oficial da banda.
No início de 2006, foi lançado o DVD Hoje Ao Vivo, contendo um show da banda (feito sem platéia, no Pólo de Cinema e Vídeo, no Rio de Janeiro), com as músicas do disco, além de duas versões para "O Muro", música que Herbert gravara em O Som do Sim, disco solo de 2000, e Busca Vida. Ainda em 2006, é lançado documentário sobre Herbert Vianna, Herbert Bem de Perto. A direção é de Roberto Berliner, que também dirigiu o DVD.
Em 2008, os Paralamas completam 25 anos de carreira, comemorados com uma série de shows junto com os Titãs, também há 25 anos na estrada. A série de shows culminou em um espetáculo realizado na Marina da Glória, Rio de Janeiro, lançado em CD e DVD e intitulado Paralamas e Titãs: Juntos e Ao Vivo.
Em 2009, os Paralamas lançam seu mais recente disco, Brasil Afora, que ficou primeiramente disponível para download (com uma música à mais) e pouco depois foi lançado em CD. O disco conta com as participações de Carlinhos Brown e Zé Ramalho, fora uma versão de uma música de Fito Paez.
Integrantes
Formação original
* Herbert Vianna - vocal e guitarra * Bi Ribeiro - baixo * Vital Dias - bateria
Formação atual
* Herbert Vianna - vocal e guitarra * Bi Ribeiro - baixo * João Barone - bateria
Em O Passo do Lui, os Paralamas tiveram como tecladista Jotinha (da banda de Roberto Carlos). Em 1987 , João Fera se tornou o "quarto paralama". Tocou em todos os álbuns seguintes. Além disso, os Paralamas já tiveram dois argentinos em participações especiais, Fito Paez (autor de "Trac-Trac") e Charly Garcia.
Metais
Os Paralamas flertam com o sopro desde "Volúpia", em Cinema Mudo. "Ska", de O Passo do Lui, contava com Leo Gandelman no saxofone (no show de Montreux, George Israel, do Kid Abelha, tocou a música). Em Bora-Bora, tiveram pela primeira vez um trio de metais (sax, trompete e trombone). Em 2002, pouco depois da recuperação de Herbert e da volta aos shows, o trompetista Demétrio Bezerra decidiu abandonar o trabalho com a banda. Desde então, a formação desse setor de apoio à banda é Monteiro Jr. (sax) e Bidu Cordeiro (trombone).
Percussão
A complexidade da percussão dos Paralamas exigiu a entrada do percussionista Eduardo Lyra (o "quinto paralama"), a partir de 1993.
Discografia
Todos lançados pela gravadora EMI.
Nacional Ano Título Tipo Vendas 1983 Cinema Mudo Estúdio 90 mil 1984 O Passo do Lui Estúdio 250 mil 1986 Selvagem? Estúdio 750 mil 1987 D Ao Vivo 170 mil 1988 Bora-Bora Estúdio 250 mil 1989 Big Bang Estúdio 200 mil 1990 Arquivo Coletânea 420 mil 1991 Os Grãos Estúdio 100 mil 1994 Severino Estúdio 55 mil 1995 Vamo Batê Lata Ao Vivo / EP Bônus 900 mil 1996 Nove Luas Estúdio 550 mil 1998 Hey Na Na Estúdio 300 mil 1999 Acústico MTV Ao Vivo 500 mil 2000 Arquivo II Coletânea Sem dados 2002 Longo Caminho Estúdio 300 mil 2004 Uns Dias Ao Vivo Ao Vivo 150 mil 2005 Hoje Estúdio 100 mil (estimativa) 2007 Rock in Rio 1985 Ao Vivo Sem dados 2009 Brasil Afora Estúdio
Natiruts é uma banda brasileira de reggae formada em Brasília em 1996.
Chamada inicialmente Nativus, a banda de reggae foi rebatizada de Natiruts devido a um grupo catarinense de música regional, Os Nativos, que entrou com um processo. A banda brasiliense defende o reggae de raiz mas incorporou ao som uma grande influência brasileira. Quando ainda chamava-se Nativus, o grupo vendeu 40 mil discos independentes com o sucesso "Presente de um beija-flor", até ser contratada pela EMI. A nova edição do disco, Nativus, vendeu 450 mil cópias.
O segundo disco, "Povo brasileiro", foi produzido por Liminha e, como o reggae de Bob Marley, tem músicas com mensagens de alto teor político, como "Proteja-se e lute" e "Povo brasileiro".
Sem muitas novidades na sonoridade da banda, em 2001, é lançado “Verbalize”, com destaque para as faixas “Verbalize" e "Andei Só”, hits da época. O terceiro álbum traz também a participação especial de Rodolfo,antigo vocalista dos Raimundos, na faixa "Homem do Povo". Em 2002, gravam o disco “Quatro”, que marca a saída do guitarrista Kiko Péres da banda.
Natiruts ressurge com “Nossa Missão”, lançado em 2005. Neste disco, produzido pelo próprio Alexandre Carlo, vocalista e principal compositor do grupo, o grande diferencial é a aproximação com o Dub, a vertente mais psicodélica do reggae, que incorpora experimentações, sem contenção na adição de efeitos, como Delays e Reverbs, surgida na Jamaica dos anos 70.
Foi uma banda de rock britânica formada em 1977 por Mark Knopfler (guitarra e vocais), seu irmão David Knopfler (guitarra), John Illsley (baixo) e Pick Withers (bateria). Embora formada em uma época em que o punk rock reinava absoluto, decidiram lidar com as convenções do rock clássico, firmando-se em uma sonoridade mais leve, que agradou ao público cansado do som superproduzido do rock dos anos 70. Não tardou para que a banda se tornasse conhecida mundialmente, ganhando o status de disco de platina logo em seu primeiro álbum.
Entre suas canções mais conhecidas estão "Sultans of Swing", "Lady Writer", "Romeo and Juliet", "Private Investigations", "So Far Away", "Money for Nothing", "Walk of Life", "Your Latest Trick" e "Brothers in Arms".
Apesar do grande sucesso, a banda terminou sem estardalhaços em 1995, quando Mark Knopfler expressou o desejo de não mais fazer turnês em larga escala, passando imediatamente a se dedicar integralmente à sua carreira solo.
Álbuns de estúdio
* 1978 - Dire Straits * 1979 - Communiqué * 1980 - Making Movies * 1982 - Love over Gold * 1985 - Brothers in Arms * 1991 - On Every Street
EPs
* 1983 - ExtendedancEPlay * 1993 - Encores
Álbuns ao vivo
* 1984 - Alchemy: Dire Straits Live * 1993 - On The Night * 1995 - Live At BBC
Compilações
* 1988 - Money for Nothing * 1998 - Sultans of Swing: The Very Best of Dire Straits * 2005 - The Best of Dire Straits & Mark Knopfler: Private Investigations
Compactos
* 1978 - "Sultans of Swing" * 1979 - "Lady Writer" * 1980 - "Romeo And Juliet" * 1981 - "Skateaway" * 1982 - "Private Investigations" * 1983 - "Twisting by the Pool" * 1985 - "So Far Away" * 1985 - "Money for Nothing" * 1985 - "Brothers in Arms" * 1986 - "Walk of Life" * 1986 - "Your Latest Trick" * 1991 - "Calling Elvis" * 1991 - "Heavy Fuel" * 1993 - "Encores"
Turnês
* 1978 - "Dire Straits Tour" * 1979 - "Communique Tour" * 1980 - "On Location Tour" * 1982 - "Love Over Gold Tour" * 1985 - "Brothers in Arms Tour" * 1991 - "On Every Street Tour"
Prêmios
* BRIT Awards 1983 - Melhor grupo britânico * Grammy Awards 1986 - Melhor performance de rock por banda ou dupla (por "Money For Nothing") * Grammy Awards 1986 - Melhor engenharia de gravação, não-Classica (pelo disco "Brothers in Arms") * Juno Award 1986 - Disco internacional do ano (Brothers in Arms) * BRIT Awards 1986 - Melhor grupo britânico * MTV Video Music Awards 1986 - Video do ano (por "Money for Nothing") * MTV Video Music Awards 1986 - Melhor video de banda (por "Money for Nothing") * Grammy Awards 1987 - Melhor video musical (por "Brothers in Arms") * BRIT Awards - Melhor disco britânico (por "Brothers In Arms") * Grammy Awards 2006 - Melhor disco em som surround para seus produtores de som sorround (para Brothers in Arms—20th Anniversary Edition, Chuck Ainlay, surround mix engineer; Bob Ludwig, surround mastering engineer; Chuck Ainlay and Mark Knopfler, surround producers)
Curiosidades
* O vídeo musical da canção "Money For Nothing" foi o primeiro a ser exibido pela MTV européia e o mais exibido pela MTV americana até os dias de hoje. * A banda se chamava inicialmente Cafe Racers. Ao observar as condições precárias do grupo, um amigo do então baterista Pick Withers fez uma piada sugerindo que a banda deveria se chamar "Dire Straits", que em inglês é uma gíria usada para designar algo ou alguém em situação financeira muito ruim. A sugestão foi aceita com bom humor pelos integrantes que adotaram o nome dali para a frente. O nome soa um tanto irônico hoje em dia visto que o Dire Straits se tornou uma das mais rentáveis e bem sucedidas bandas da história da música, e seu líder, Mark Knopfler, entre os artistas mais ricos do mundo. * O grupo foi em 1985 um dos grandes responsáveis pela divulgação e disseminação do então novo e revolucionário formato de audio digital, o compact disc. A Philips, criadora do CD, era patrocinadora da mega-turnê da banda naquele ano e usou o grande sucesso comercial do disco Brothers in arms para alavancar a popularidade do novo formato. * O album Brothers in Arms foi um dos primeiros discos a ser inteiramente gravado pelo sistema digital e o primeiro CD da história a vender 1 milhão de cópias. Dizia-se na época que existiam mais CDs do Dire Straits que players para tocá-los. * Para o encerramento da turnê "Brothers in Arms", em abril de 1986, foram programadas 5 apresentações na Austrália. Em alguns dias de venda a demanda por ingressos exigia mais 15 apresentações extras. Mark Knopfler teve de ir a redes de TV locais pedindo que parassem de comprar ingressos pois estavam cansados pela longa turnê e tinham de voltar para a casa.
Mais informações sobre a banda: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dire_Straits
Nascido em Bridgeport, Connecticut, Mayer cresceu em Fairfield, Connecticut, e fez o colegial na Fairfield Warde High School e na Brien McMahon High School em Norwalk, Connecticut. No seu terceiro ano ele entrou no Center for Global Studies Abroad (na época conhecido como Center for Japanese Studies Abroad), um programa para estudantes do Condado de Fairfield estudarem japonês.
Mayer escutava música pop, mas somente aos treze anos que ele começou a tocar guitarra. Quando um vizinho lhe deu uma fita de Stevie Ray Vaughan, Mayer descobriu o blues e aprendeu a tocar gaita. Depois de dois anos praticando, ele começou a tocar em bares de blues e outros locais. No colegial ele estava em uma banda chamada Villanova Junction com Joe Beleznay, Tim Procaccini, e Rich Wolf.
Educação Musical e Início da Carreira
Depois de tocar guitarra por vários anos, Mayer entrou na Berklee College of Music em Boston, Massachusetts aos 19 anos. Ele logo percebeu que, ao invés de estudar música, seu maior interesse era escrever e tocar. Assim, decidiu abandonar os estudos e mudar para Atlanta, Geórgia. Lá, ele inicou sua carreira de fato, rapidamente ganhando fama local nos cafés e bares da região.
Sucesso
Em 2003, ganhou um Grammy de Melhor Performance Vocal Pop Masculina pelo lançamento em 2002 do compacto "Your Body Is A Wonderland" do disco Room for Squares. Em fevereiro de 2005, foi premiado em Performance Vocal Pop Masculina pela canção "Daughters" do disco Heavier Things. Os seus rivais ao título eram Elvis Costello, Josh Groban, Prince e Seal. Levou também para casa o Grammy de Canção do Ano que foi entregue aos compositores de "Daughters". Dedicou o prêmio à sua avó, Annie Hoffman, que havia falecido em maio de 2004. Em fevereiro de 2007, foi premiado em Melhor Interpretação Pop Masculina pela canção "Waiting On The World To Change" do CD Continuum. Seus rivais: James Blunt, John Legend,Britney Spears,Jay-ZPaul McCartney, Daniel Powter. E ainda por Melhor Álbum Pop, com o CD Continuum. John Mayer fez turnê com várias bandas, incluindo Maroon 5, Guster, Counting Crows, The Wallflowers, e Teitur. Algumas de suas canções mais populares são "Gravity", "Bigger Than My Body", "No Such Thing" e "Your Body Is a Wonderland".
Apesar da fama de compositor sensível, é também um excelente guitarrista. Influenciado por Jimi Hendrix e Stevie Ray Vaughan, aceitou um convite de Eric Clapton para tocar no Crossroads Guitar Festival. Ele gosta de bananas com mel no café da manhã, o qual divide com seu lindo poddle Freddy, de origem francesa. Além do mais, ele adora cantar rap no chuveiro, mas é segredo, então caro leitor, não espalhe.
John permite a gravação de áudio da maioria de seus shows, permitindo também a troca não-comercial destas gravações. Os detalhes legais estão aqui. Dá, assim, a chance aos fãs de recriar a experiência do show ao vivo, além de incentivar a interação entre os fãs. Estas trocas de gravações ajudaram a torná-lo mais conhecido no começo de sua carreira.
Na edição de 1 de Junho de 2004 da revista Esquire, Mayer começou uma coluna chamada "Music Lessons with John Mayer" (lições musicais com John Mayer). Cada artigo continha uma lição (umas mais técnicas do que outras) e sua visão a respeito de vários tópicos, tanto de interesse pessoal quanto popular. Em uma ocasião ele convidou os leitores a criar a melodia para letras "órfãs" que havia escrito.
Mudança de Estilo Musical
Em 2004, John trabalhou com o produtor e artista de hip hopKanye West, aparecendo na canção "Go" do rapper Common e "Bittersweet" do próprio Kanye West. Quando foi questionado a respeito de sua presença na comunidade de hip hop e seu afastamento da música pop ele disse "Aquilo não é mais música no momento. Por isso, para mim, hip hop é o que o rock costumava ser."
Foi mais ou menos nessa época que ele começou a mostrar mudanças em seus interesses musicais, anunciando que ele estava "fechando a loja de sensibilidade acústica." Em 2005 ele iniciou uma série de colaborações com artistas de blues, incluindo Buddy Guy, BB King, Eric Clapton e o artista de jazzJohn Scofield. Ele fez turnê como o pianista Herbie Hancock que incluiu um show no Bonnaroo Music Festival em Manchester, Tennessee.
Ainda no mesmo ano, John formou o John Mayer Trio com o baixistaPino Palladino e o bateristaSteve Jordan, quem ele conheceu em sessões de estúdio anteriores. O Trio toca uma combinação entre blues e rock. Em novembro de 2005 eles lançaram um disco ao vivo chamado "TRY!". O primeiro compacto, "Who Did You Think I Was?" faz referência à decisão de John de se afastar da música pop acústica. Em outubro de 2005 o John Mayer Trio abriu para os Rolling Stones em uma turnê deles cujos ingressos foram esgotados.
O novo disco de John, "Continuum", lançado em setembro de 2006, foi produzido pelo próprio John Mayer, juntamente com o baterista do trio, Steve Jordan. Este novo disco continua no estilo de seu lançamento com o trio, combinando sua característica música pop com a sensação, som, groove e sensibilidade do blues. Algumas faixas do disco do trio, "Try! Live In Concert", foram lançadas no "Continuum" (mas com "um pouco mais de John") incluindo "Vultures" e "Gravity". "Continuum" estreou já na 2ª posição da Billboard e "Waiting On The World To Change" foi a 3ª canção mais comprada da iTunes Store na semana de seu lançamento.
Como o nome já diz... REI... ele é considerado o rei do blues...
A primeira música de sucesso de B.B. king foi Three O Clock Blues, impossível nao se apaixonar por seus solos.
Riley Ben King, mais conhecido como B. B. King, é um guitarrista de Blues e cantor estado-unidense. O "B. B." em seu nome significa Blues Boy, seu pseudônimo como moderador na rádio WDIA.
Começou por tocar, a troco de algumas moedas, na esquina da Igreja com a Second Street e chegou mesmo a tocar em quatro cidades diferentes aos sábados à noite. Hoje é um dos mais reconhecidos guitarristas de Blues da atualidade, sendo por vezes referido como o Rei do Blues. É bastante apreciado por seus solos, nos quais, ao contrário de muitos guitarristas, prefere usar poucas notas. Certa vez, B.B. King teria dito: "posso fazer uma nota valer por mil".
Pouco depois do seu êxito "Three O' Clock Blues", em 1951, B. B. King começou a fazer turnês nacionais sem parar, atingindo uma média de 275 concertos/ano. Só em 1956 B. B. King e a sua banda fizeram 342 concertos! Dos pequenos cafés, teatros de "gueto", salões de dança, clubes de jazz e de rock, grandes hotéis e recintos para concertos sinfónicos aos mais prestigiados recintos nacionais e internacionais, B. B. King depressa se tornou o mais conceituado músico de Blues dos últimos 40 anos, desenvolvendo um dos mais prontamente identificáveis estilos musicais de guitarra, a nível mundial. O seu estilo foi inspirador para muitos guitarristas de rock. Mike Bloomfield, Albert Collins, Buddy Guy, Freddie King, Jimi Hendrix, Otis Rush, Johnny Winter, Albert King, Eric Clapton, George Harrison e Jeff Beck foram apenas alguns dos que seguiram a sua técnica como modelo.
As curiosidades de sua vida já começaram cedo - aliás, remetendo à história de um verdadeiro bluesman. Seu verdadeiro pai foi um soldado canadense chamado Edward Fryer - Clapton só soube disso em 1998. Mas voltando à música: os primeiros riffs (frases) de guitarra que Eric aprendeu foi ouvindo e copiando ídolos do blues como Blind Lemon Jefferson. No mesmo ano em que ganhou o primeiro instrumento de verdade, 1962, fez sua primeira apresentação em público, enquanto ainda estudava para ser designer em vidro.
Após algumas incursões em bandas amadoras, integrou o Yardbirds em 1963. Ainda com sua destreza no instrumento em formação, começou a fazer seu nome nos bares ingleses e seu empresário na época lhe alcunhou o apelido de "Slowhand" (mão lenta). O Yardbirds foi o ponto de partida da carreira de outros dois ícones da guitarra: Jeff Beck e Jimmy Page, que tocaram com Clapton. Eric saiu do grupo em 1965 e foi para o John Mayall and The Bluesbreakers.
Cream e carreira solo
Já com uma bela reputação, o passo seguinte foi formar o Cream, em 1966, com o baixista Jack Bruce. Foram dois anos de power trio, também marcando a história da música - uma característica de Clapton, que em cada banda que tocou deixou um certo registro de "clássico". Fechou a conta e montou o Blind Faith (com Jack Bruce e Stevie Windwood) estreando com uma controversa capa com uma menina de 11 anos nua. Mas já era hora de sair rodando sozinho e Clapton gravou seu primeiro álbum solo homônimo em 1970.
Com o nome Derek & The Dominos (para não usar seu nome na capa do disco e fugir da imagem de herói da guitarra, que já vinha carregando), lançou um clássico em novembro de 1970: Layla and Other Assorted Love Songs. "Layla significou muito para mim, pois era sobre uma experiência emocional, sobre uma mulher pela qual tive um sentimento muito profundo, mas que não me deu bola", disse em uma entrevista de 1974 à revista Rolling Stone sobre a canção que é um de seus hinos. O lado pessoal voltou no ano seguinte: Eric enfrenta dificuldades com seu vício, a heroína. "Quando você sai disso, sente uma inacreditável vontade de confessar", disse em 1975, acrescentando que ficou na dúvida se foi ou não uma boa idéia revelar o fato ao público.
Morte do filho e galeria de hits
Uma carreira solo substancial mesmo começou a rolar a partir de 1974, com o lançamento do disco 461 Ocean Boulevard, que elevou o reggae I Shot the Sheriff ao status de clássico. Alguns álbuns sem maior projeção e Clapton lança em 1977 Slowhand com outros hits eternos como Cocaine, Lay Down Sally e Wonderful Tonight. Começou a vender muito também com os discos seguintes. Mas na primeira metade dos anos 80, sua carreira brecou com discos como August. A caixa coletânea Crossroads e o pop de Journeyman, de 1989, lhe redimiram em popularidade. Em 1990, inclusive, esteve no Brasil para shows da turnê deste álbum.
Em 1991, novo capítulo trágico em sua vida pessoal: seu filho de 4 anos morre ao cair de um prédio. Cinco anos se passaram após o luto de Clapton e dois discos ao vivo viraram sucesso, 24 Nights e MTV Unplugged, que trazia uma homenagem ao filho - Tears in Heaven. A volta ao blues aconteceu em 1994 com o disco From the Cradle, um de seus mais bem-sucedidos álbuns de crítica e público. Depois de tocar com o produtor e tecladista Simon Climie no projeto Retail Theraphy lançou com ele o disco Pilgrim, seu primeiro disco com novas músicas desde Journeyman. My Father's Eye, do disco, entrou para sua galeria de hits. Depois de um dueto com B.B. King no disco Riding With The King, lança agora em 2001 o disco Reptile , que traz um repertório que vai agradar tanto aos puristas do blues quanto seu público pop.
Um dos maiores sucesso dos Eagles, Hotel california, uma bela canção, vale a pena conferir...
Uma das mais famosas bandas de Country Rock, tendo seus LP'S em primeiro lugar nos Estados Unidos da América(EUA), durante quatro anos seguidos (1972 / 1976).
Formado no início dos anos 70, por Randy Meisnner (baixo), Bernie Leadon (guitarra e vocais), Don Hendley (bateria) e Glenn Frey (guitarra) lançaram o LP de estréia em 1972, com excelente e imediata aceitação. Depois do terceiro LP, o guitarrista e vocalista Don Felder uniu-se ao grupo. Em 1976, Bernie Leadon deixou a banda, sendo substituido por Joe Walsh. Mas ao contrário do que se poderia esperar, a alteração não prejudicou o sucesso do The Eagles. Em 1980 fizeram uma série de shows com ótima aceitação por parte do público e ganharam um Prêmio Grammy.
A Formação atual do grupo inclue tambem Joe Vitale (teclados) e o baixista e vocalista Timothy B. Schmitt, substituindo Randy Meisner.
Seu hit mais famoso é "Hotel California" Gravado no Criteria Studios, Miami & The Record Plant, Los Angeles, March - October - 1976.
Os Eagles são das bandas mais rentáveis da indústria musical dos EUA. O seu álbum 'Their Greatest Hits 1971-1975' vendeu mais de 29 milhões de cópias, número recorde naquele país.
No total, os Eagles já venderam mais de 120 milhões de álbuns em todo o Mundo.
É uma musica muito discutida sobre o seu significado, muitos dizem nao se tratar realmente de um hotel em que eles se hospedaram, mas se tratar sobre um Hospício, ou talvez se tratar de uma metáfora sobre a cocaína, que até ja foi comentada pelo seu próprio autor, mas emfim, deixamos isso de lado, e nada melhor que curtir uma boa música.
Para quem quiser ver a letra clique Aqui, ou se quiser ver a tradução clique Aqui.
Espero que tenham gostado, e aguardo comentários!!! abraços
Primogênito de quatro filhos, Seu Jorge teve uma infância tranqüila, freqüentando a escola e ajudando a mãe a tomar conta dos irmãos. Começou a trabalhar com apenas dez anos de idade em uma borracharia, primeira de várias ocupações como contínuo, marcenaria e office-boy, entre outras. As variadas profissões nunca ofuscaram o seu verdadeiro desejo de se tornar músico. Desde adolescente, freqüentava as rodas de samba cariocas acompanhando o pai e os bailes funks da periferia, e cedo começou a se profissionalizar cantando na noite.
Seu Jorge é primariamente conhecido como violonista, mas também toca Baixo Elétrico.
Foi aí que a morte de seu irmão Vitório em uma chacina levou a família à desestruturação, e Seu Jorge acabou virando sem-teto por cerca de três anos. A nova virada se deu quando o clarinetista Paulo Moura o convidou para fazer um teste para um musical de teatro. Foi aprovado e acabou participando de mais de 20 espetáculos com o Teatro da Universidade do Rio de Janeiro, como cantor e ator.
Participou depois da formação da banda Farofa Carioca, que lançou seu primeiro CD em 1998 com uma competente mistura da ritmos negros de várias partes do mundo, como samba, reggae, jongo, funk e rap. A partir daí, Seu Jorge tem sua carreira engrenada e passa a participar de vários projetos, como um disco de tributo a Tim Maia e a participação em estúdio e na turnê da banda brasileira Planet Hemp, em 2000.
Seu Jorge é primo do sambista Dudu Nobre. O apelido, ele ganhou do amigo Marcelo Yuka.
Essa Música em especial retrata a diferença social e a dificuldade de uma pessoa "pobre" para conquistar uma garota que digamos com facilidades econômicas mais fáceis e não tinha como o primeiro post deste blog não ser nacional, ainda mais com o som cativante de Seu Jorge com sua mistura afinadíssima de samba, funk, rock e o que lhe der na telha de salada músical muito saborosa vlew galera abraços e bom som...
Vamos começar nosso blog com Marisa Monte e sua música gentileza...
Para que vocês entendam essa linda música e tudo oque ela quer nos passar apresento a seguir a história do Profeta gentileza:
José Datrino, chamado Profeta Gentileza, tornou-se conhecido a partir de 1980 por fazer inscrições peculiares sob um viaduto no Rio de Janeiro, onde andava com uma túnica branca e longa barba.
No dia 17 de dezembro de 1961, na cidade de Niterói, houve um grande incêndio no circo "Gran Circus Norte-Americano", o que foi considerado uma das maiores tragédias circenses do mundo. Neste incêndio morreram mais de 500 pessoas, a maioria, crianças. Na antevéspera do Natal, seis dias após o acontecimento, José acordou alegando ter ouvido "vozes astrais", segundo suas próprias palavras, que o mandavam abandonar o mundo material e se dedicar apenas ao mundo espiritual. O Profeta pegou um de seus caminhões e foi para o local do incêndio. Plantou jardim e horta sobre as cinzas do circo em Niterói, local que um dia foi palco de tantas alegrias, mas também de muita tristeza. Aquela foi sua morada por quatro anos. Lá, José Datrino incutiu nas pessoas o real sentido das palavras Agradecido e Gentileza. Foi um consolador voluntário, que confortou os familiares das vítimas da tragédia com suas palavras de bondade. Daquele dia em diante, passou a se chamar "José Agradecido", ou simplesmente “Profeta Gentileza”.
Após deixar o local que foi denominado “Paraíso Gentileza”, o profeta Gentileza começou a sua jornada como personagem andarilho. A partir de 1970 percorreu toda a cidade. Era visto em ruas, praças, nas barcas da travessia entre as cidades do Rio de Janeiro e Niterói, em trens e ônibus, fazendo sua pregação e levando palavras de amor, bondade e respeito pelo próximo e pela natureza a todos que cruzassem seu caminho. Aos que o chamavam de louco, ele respondia: - "Sou maluco para te amar e louco para te salvar".
A partir de 1980, escolheu 56 pilastras do Viaduto do Caju, que vai do Cemitério do Caju até a Rodoviária Novo Rio, numa extensão de aproximadamente 1,5km. Ele encheu as pilastras do viaduto com inscrições em verde-amarelo propondo sua crítica do mundo e sua alternativa ao mal-estar da civilização. Durante a Eco-92, o Profeta Gentileza colocava-se estrategicamente no lugar por onde passavam os representantes dos povos e incitava-os a viverem a gentileza e a aplicarem gentileza em toda a Terra.
Com o decorrer dos anos, os murais foram danificados por pichadores, sofreram vandalismo, e mais tarde cobertos com tinta de cor cinza. O apagamento das inscrições foi criticado e posteriormente com ajuda da prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, foi organizado o projeto Rio com Gentileza, com o objetivo restaurar os murais das pilastras. Começaram a ser recuperadas em janeiro de 1999. Em maio de 2000, a restauração das inscrições foi concluída e o patrimônio urbano carioca foi preservado.
Espero ter feito vocês entenderem o porque de Marisa monte ter feito essa letra e com esse pequeno texto entender um pouquinho mais sobre a letra, dessa maneira conseguindo entender a absorver tudo oque a autora da letra quis passar para nós.
obrigado pela atenção, e espero comentarios para que possamos melhorar nosso trabalho!
Olá a todos, começando hoje com esse blog que é direcionado a todos que curtem uma boa música, sou um fã de uma boa música por isso irei compartilhar as mais belas músicas que eu encontrar no dia-a-dia para que todos possam aproveitar e tambem irei postar algum comentario da musica, como a história do cantor, ou história da música, dessa maneira daremos mais valor ao artista que nos proporciona momentos agradáveis com suas composições! oborigado pela atenção e sempre que quiserem só deixar comentários com críticas positivas ou negativas, para que dessa maneira possamos melhorar nosso trabalho aqui no blog.